A pitaya, também conhecida como a fruta do dragão (ou, dragon fruit) por conta da sua aparência, tem origem na América Latina e vem ganhando força aqui no Brasil, principalmente entre as pessoas preocupadas em manter uma alimentação mais saudável.

Rica em fibras, essa fruta tropical tem poder antioxidante, pois ajuda no funcionamento das células, na digestão e na pressão. Além disso, ela também auxilia no combate à anemia, já que também é rica em vitaminas e minerais. Outro ponto forte é que ela é pobre em calorias, sendo uma ótima opção de fruta para se comer durante uma dieta.

É possível consumi-la de diversas formas, seja como fruta mesmo ou como sucos [na Boali você encontra o Suco de Pitaya Fresh], vitaminas, geleias ou sorvetes, por exemplo.

Esta fruta tropical é bastante nutritiva e possui diversos benefícios para a saúde:

Rica em Ferro – Contribui para a redução do cansaço e fadiga, para a formação normal de glóbulos vermelhos e de hemoglobina, essencial para o transporte de oxigénio pelo organismo e contribui também para o normal funcionamento das defesas do organismo (sistema imunitário);

Rica em Vitamina B3 (niacina) – Ajuda a manter uma pele saudável e normal e regula também a função psicológica e funcionamento do sistema nervoso;

Rica em Fibras – Contribui para a saúde intestinal e promove a sensação de saciedade.

Por outro lado, destaca-se a presença de vitamina C, vitaminas do complexo B e de minerais como o cálcio e o fósforo.

Estudos revelam: consumir pitaya faz bem a saúde

Estudo desenvolvido pela Embrapa Agroindústria Tropical mostrou que a pitaya possui potencial para auxiliar no controle do colesterol, da glicemia e da ansiedade. Segundo exames laboratoriais realizados com animais, a fruta foi eficaz na redução do colesterol total, do LDL e dos triacilgliceróis e na elevação do HDL (“colesterol bom”).

Em animais diabéticos, as doses de 200 mg/kg e 400 mg/Kg mostraram atividades farmacológicas promissoras, reduzindo a glicemia. Os testes demonstraram efeito ansiolítico e ausência de toxicidade nas concentrações avaliadas. A Embrapa afirma que os resultados são promissores, pois contribuem para a manutenção da saúde.

Imagem: reprodução

 

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